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Bem vindo, sexta-feira, 01 de agosto de 2014

PROJETOS

Ergonomia: Gestão dos riscos e otimização do processo

A Análise Ergonômica das condições de trabalho podem apresentar diversos enfoques, desde uma verificação biomecânica, uma verificação organizacional, uma verificação ambiental,  uma verificação cognitiva, ou de projetos. Independente do enfoque da avaliação solicitada todas tem um objetivo único que é verificar a interferência do trabalho na saúde do trabalhador e sobre sua qualidade de vida.

 

Assim, a Avaliação Ergonômica do Trabalho visa estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às caracteristicas psicofisiologicas do trabalhador de modo a proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente, conforme estabelecido na NR-17.

Segundo NR-17.1.2 cabe ao empregador realizar a AET. Para isso existem alguns parâmetros que devem ser utilizados como indicadores para realização da AET. E do por que fazer um investimento em Ergonomia?

a) absenteísmo – turnover – DORT;
b) queixas e desconforto;
c) perdas e baixa produtividade;
d) retrabalhos;
e) incidentes;
f) acidentes;

g) inspeção ou autuação da Delegacia Regional do Trabalho.
Além de todos os fatores que são internos, há ainda o fator externo que entrou em vigor em 1º de janeiro de 2010 que é o multiplicador FAP (Fator Acidentário de Prevenção), que multiplica o SAT(seguro acidente de trabalho), elevando ou reduzindo a tributação sobre a folha de pagamento conforme se investe em programas de prevenção.

Assim, se a sua empresa apresenta qualquer desses fatores, há a necessidade de  um estudo a fim de identificar os fatores de risco ergonômicos para que possam ser corrigidos minimizando a ocorrência de DORT.